sábado, 30 de outubro de 2010

…Que são deles!

Existem pessoas que aparecem em nossas vidas e de repente, do nada e como quem não quer nada nos enchem de alegria. Felizmente papai do céu me presenteou com amigos fantásticos e cheios de magia e carisma. Cada um me ensina algo, me mostra outras possibilidades e me enchem de amor, carinho e bem querer. Eu bem tento retribuir, mas por vezes não consigo e por isso peço perdão a eles e a mim, por não ter sido mais.

Sempre podemos ser mais. Doar-nos mais, abraçar muito mais. Afinal existe coisa mais forte que um abraço de um amigo? São dos braços dos meus que me sinto quentinha e bem guardada, protegida e amada.

Amo-os tantos que os privo de mim um tempo, para que não se cansem da minha prolixidade, bobeiras e amor. Não imagino minha vida sem meus amigos, dos mais diversos núcleos, tipos e pensamentos e amo dançar a minha dança, buscando acompanhar as deles.

Cada vez mais percebo que me interessa muito mais a sensação que a ação e isso graças aos meus amigos tão lindos e queridos. Nossas! Escrevendo comecei a lembrar dos muitos momentos felizes que vivi e dos anjinhos que tive e tenho a meu lado. São eles que levantam minha moral, quando penso que não sou capaz, são eles que me abraçam apertado e me preenchem de ótimas energias, são eles que a família que escolhi.

Amo muito vocês!

E sou e serei sempre muita grata por ter todos e cada em minha vida, cada um com sua magia e força.

Felicidades e muitas histórias para todos e eu! rs

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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

… que preciso escrever, para tentar entender!

“Viver é correr riscos!” disse algum gênio, que deve ter se tornado gênio exatamente por simplificar as complexidades. A vida nem é tão difícil assim, o problema é que nos sobram opções e o ser humano por ser diferente, quando se ver em sociedade, em um sistema democrático, sentem-se na obrigação de fazer parte da massa. O que é contraditório, quando pensamos que todos querem ser únicos e se possível insubstituíveis. Assim somos nós, nossas complexidades e muitos desejos, que por vezes são contraditórios.

Felizmente ou não, o mundo não gira em torno da vida de ninguém. Mas querer não é pecado e nós sempre queremos tudo e são esses desejos que nos impulsionam a viver, dia a dia, como o mar nos tenta ensinar, onda a onda.

Temos de tomar decisões a todo instante e são nossas escolhas que traçam nosso caminho e escrevem a nossa história no livro sem palavras e muitas vezes sem memória que existe em nós. A mente humana sem via de dúvidas foi à fonte de inspiração para os criadores dos bancos de dados, pois guardamos tudo em muitas pastas, dentro de outras pastas, até que não conseguimos achá-las com facilidade, com o passar dos dias a pastas seu multiplicam e racionalmente não encontramos mais nada. É quando temos aqueles brancões sem explicação e esquecemos a nossa idade, o nome de alguém com quem falamos todos os dias, o telefone de casa, e até quando tentamos lembrar se xícara é com “X” ou “CH”, pode parecer exagero mais todos temos esse tipo de indagação. No entanto, se passamos por alguma situação extrema, a memória emotiva nos tira do problema e depois ficamos sem entender o porquê de termos tomado tal atitude, ou reflexão. A questão é nem tudo é consciente, mas certamente, não é por acaso.

Dessa forma, vãos correr os riscos de nossas histórias e se possível sejamos os protagonistas de nossas vidas, correndo riscos. Especialmente o risco de sermos mais felizes.

 

interrogação

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

..Que me identifico!

A música brasileira, assim como o próprio país é uma grande misturada de tudo e todos, somos de todas as cores e cantamos todos os sons.

Mariana Aydar é a pra mim a grande surpresa e identificação desse momento.

“Eu me entendo escrevendo e vejo tudo sem vaidade...”

Penso que todos merecem ouvir Peixes, Passáros Pessoas do inpicio ao fim e se encantar com a versatildade e harmoniosidade.
Detalhe: O CD vicia. Desde de que fui apresentada a ele não saiu do som do carro.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

… Prazer!?! Eu sou seu amigo!

 

Enquanto pessoa me impressiona diariamente as outras pessoas. Ser gente é uma experiência surpreendente, mas nada simples. Ser gente é lidar com outras tantas da mesma espécie, mas com desejos, sonhos e tônus absolutamente diferentes. É respeitar uma porção de clausulas desconhecidas, tempos contatos em relógios sentimentais distintos.

“O homem é o lobo do homem”, disse Freud sabiamente.

Muito mais poderia ser escrito, mas pra bom entendedor (que são os que me interessam), meia palavra (ou meio texto) bas...

domingo, 24 de outubro de 2010

… Que Lembro!

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MTV Brasil 20 Anos - TOP 20 Especial MTV

Quem nunca assistiu MTV? Lembro-me bem da adolescência e mesmo inicio da juventude quando a grande sensação era a MTV e seu vídeo clipes maravilhosos. Conhecer um pouco sobre os artistas tão queridos. Era a TV do rock, onde desenvolvi junto dos amigos admiração por bandas que narram momentos de minha (nossas) vida (s), como: Engenheiros, Paralamas, Legião, Cássia Eller, Nirvana e tantas outras.

Lembro-me nitidamente do garoto enxaqueca, da Sabrina e do Edgar. Ai, a.. De alguma forma todos sonhávamos com aquilo tudo. Eram garotas e garotos como nós, que estavam bem perto dos grandes ídolos do momento. Lembro da repercussão do Lual MTV e tudo que veio junto.

A música brasileira era ainda maravilhosa e a televisão não tão alienadora (eu acho). Agora a MTV Brasil comemora seus 20 anos e produz alguns programas especiais, com a participação das pessoas que fizeram desse sonho uma realidade e é uma delicia reviver alguns momentos junto com elas.

Valeu MTV pelo domingo dos 20 poucos anos. Foi uma diversão!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Pensamentos Tão Meus...: Que eu divido com elas!

Pensamentos Tão Meus...: Que eu divido com elas!: "Pra começar – Uma parede diferente - Com uma taça de vinho em uma tarde chuvosa Leila pensa no mundo ao seu r..."

Que eu divido com elas!

Pra começar – Uma parede diferente


Foto Virginia na casa do João


Com uma taça de vinho em uma tarde chuvosa Leila pensa no mundo ao seu redor, nas pessoas, situações e estruturas sociais e jogando a taça contra a parede chora revoltada com o quadro que se pinta sozinho em sua mente, enquanto o vinho escorre por sua parede branca, criando uma mancha que mais parecia cena de um filme de terror. Leila chora como uma criança e pensa como uma louca, assim é ela, gozando da disposição de uma bela mulher de trinta e poucos anos e muitos sonhos realizados.

Ela grita e se joga de um lado para o outro da sala, arranca sua roupa, chora e se joga no chão, abraçando as pernas, fica como um feto. E não é possível culpá-la por sua revolta com a existência, ela apenas vê os outros e percebe com sensibilidade atitudes e sentimentos, disfarçadas em outras manifestações. Ela vê tudo diferente e não ser entendida começa a maltratá-la, pois não sabe como agir, o que fazer. Se abrir o jogo com o mundo, será tachada de estraga prazeres e talvez perca todo seu prestigio, conquistado a duras penas, mas se não agir será apenas mais uma escondendo-se por detrás do fino véu da mentira. Ambas as opções a desagradam e entristecem fazendo

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com que pense no pior. Vendo seus medos bem na sua frente e tentando encará-los sem medo de ter medo e mesmo que com muito medo seguindo em frente.

Leila parecia hipnotizada e coagida à morte. E com o caco pegue no chão descobria seu corpo magro e branco, pôs mais força e marcou-se pela primeira vez, exprimiu sua dor em um grito abafado e tranqüilizou-se dando um trago no cigarro e provando de seu próprio sangue, sorriu. Suponho que estivesse voltando a se amar, mas sua mão parecia ter vida própria e continuava a deslizar o pedaço de vidro pelo corpo trêmulo de Leila. Foi à brasa do cigarro que a salvou do transe, quando caiu sobre sua perna, queimando-a e fazendo-a voltar a si de forma tão angustiante.

Com uma expressão cansada se percebe mais velha ao olhar-se no espelho, suas idéias de felicidade mudaram e ela por fim assumiu-se perdida, jogada no meio da torre de Babel, ninguém a entendia e por vezes ele não compreendia muitas coisas. Outro choro sai de sua alma, mas dessa vez como um desabafo calado de quem aprendeu a esconder muito bem seus sentimentos. Leila admite enxergar o mundo como ela é, ou o mundo a fez assim? Certamente essa é uma de suas dúvidas, mas diferente da maioria das pessoas, não culpa ninguém, ao

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contrário agradece todos os dias por tudo que se tornou, até esse dia em que resolveu por um fim e gritar, quebrar, chorar o conhecido choro dos justos. Nesse dia ela brigou com todos incluindo ela e Deus, mas não era uma briga de despedida, e sim de esclarecimento, aquela mulher assumia-se fraca e carente, admitia sua sensibilidade e queria aprender a usá-la. Era chegado o dia de mudar toda a história da sua vida.

Ali mesmo dormiu o sono dos sofredores, dos injustiçados, mas também dos guerreiros vitoriosos, dormiu de corpo e alma, sem som, movimento ou mesmo respiração ofegante. Olhá-la naquele momento era o mesmo que olhar para uma peça decorativa um tanto excêntrica.

Foi o sono da vida, pois ao acordar as coisas começaram a mudar e o senso de observação dessa mulher desenhou mundos paralelos ao real. E ela se apresentará e te apresentará a si.


Um trecho do livro Como se... Flagra! Todos os direitos reservados

Lugar ArteVistas - Arte Onde Estiver: A Transformadora Maré Azul no Surf para Crianças Autistas

Sou Roberta Bonfim, atriz, jornalista, instrutora e pesquisadora sócioambiental, e junto com o editor Ceslane Brandão, alimentamos este es...